Foto: Reprodução/Polícia Civil
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou nesta sexta-feira (6) a segunda fase da Operação Cavalo de Troia, que investiga o chamado “golpe do falso CEO”. Foram cumpridos três mandados de prisão e seis de busca e apreensão em Florânia e São Vicente, no RN, e em Campina Grande, na Paraíba.
Como foi o golpe
A vítima é um empresário de Natal. Segundo a investigação, os suspeitos se passaram por ele e procuraram um funcionário da empresa, pedindo transferências bancárias via Pix. O funcionário fez quatro transferências, que somaram quase R$ 1 milhão.
Mandado em Campina Grande
Em Campina Grande, um dos mandados de prisão foi cumprido no presídio onde o investigado já estava detido. Segundo a Polícia Civil, ele morava na cidade, mas não há indicação de que tenha atuado no esquema a partir da unidade prisional: os fatos investigados ocorreram em maio deste ano, antes da prisão.
Investigação continua
A primeira fase da operação foi em Currais Novos (RN). Com o avanço das investigações, a polícia identificou outros suspeitos e uma possível divisão de tarefas entre quem aplicava a fraude e quem movimentava o dinheiro. Nesta etapa, o objetivo é apreender celulares e computadores, rastrear os valores e definir a participação de cada investigado.
Como proteger sua empresa
- desconfie de pedidos urgentes de pagamento feitos por mensagem, mesmo que pareçam vir do chefe;
- confirme sempre por ligação ou pessoalmente, usando um número já conhecido;
- defina regras internas: transferências altas só com dupla aprovação;
- se cair no golpe, avise o banco imediatamente e registre boletim de ocorrência.
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Com informações da Polícia Civil do RN e do Jornal da Paraíba.
